Proposta de Reforma da Previdência exige 49 anos de contribuição para obter teto

Crédito da imagem: Lia de Paula/Agência Senado

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O governo Michel Temer apresentou nesta terça-feira (6/12) o projeto de reforma da Previdência (PEC 287/2016) à Câmara dos Deputados. De acordo com o texto, será exigida idade mínima de 65 anos e 25 anos de contribuição — tanto para homens quanto para mulheres que quiserem se aposentar. Para receber o valor integral, será preciso ter 49 anos de colaboração com o sistema de seguridade social.

Atualmente, para se aposentar com o teto, homens precisam ter 65 anos de idade e 35 de contribuição. Já mulheres obtêm o benefício máximo com 60 anos e 30 de contribuição, conforme estabelecido pelo artigo 201, parágrafo 7º, da Constituição.

As novas regras só valeriam para homens e mulheres que, na data de promulgação da nova emenda à Constituição, tiverem, respectivamente, menos de 50 anos e menos 45 anos. Aqueles acima dessas idades serão enquadrados em regras de transição. O secretário da Previdência, Marcelo Caetano, garantiu que a proposta não atinge quem já adquiriu o direito de aposentadoria ou quem o terá até o início de vigência das novas regras.

As regras serão as mesmas para trabalhadores do setor privado e para os servidores públicos. Se promulgada a emenda constitucional, todos receberão, como piso dos benefícios, o salário mínimo, atualmente em R$ 880. O teto, para ambos, será equivalente ao valor máximo pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social, hoje de R$ 5.189,82. Pela proposta, os benefícios serão corrigidos anualmente.

No caso dos servidores públicos dos estados e dos municípios, haverá prazo de até dois anos para a constituição de entidades de previdência complementar, a exemplo do que já ocorre na União.

Pelo texto, policiais civis e federais são enquadrados como servidores públicos e também entram na nova regra geral, mas com transição diferenciada. Já no caso de policiais militares e bombeiros, caberá aos estados propor legislação estadual.

Revisão automática
A PEC também passa a prever que a idade mínima poderá ser reajustada conforme a expectativa de sobrevida dos brasileiros após os 65 anos medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Atualmente, em média, essa sobrevida é de 18 anos. “Sempre que a expectativa aumentar em um ano, a idade mínima para aposentadoria também aumentará um ano”, disse Caetano, acrescentando que, segundo projeções, até 2060, deve haver dois ajustes de idade mínima.

“O Brasil envelhece rápido. Isso é bom, mas isso tem consequências. O grande objetivo da reforma é garantir que teremos um sistema de previdência no futuro”, disse Caetano.

Segundo ele, sem a reforma, a capacidade de pagamento de benefícios pelo sistema deve se tornar insustentável no longo prazo. “Hoje temos 12 idosos para cada 100 pessoas. Mas a projeção é que, em 2060, haja 66 idosos para cada 100 pessoas”, observou.

O secretário lembrou ainda que o déficit do INSS ficou em R$ 86 bilhões em 2015. Deve chegar a R$ 152 bilhões neste ano e a R$ 181 bilhões em 2017.

Regras de transição
Homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 anos serão submetidos a regras de transição, segundo a qual aplica-se um acréscimo de 50% sobre o tempo de contribuição que resta com base na regra antiga (contribuição por 35 anos para homem e por 30 anos para mulher).

Por exemplo, um homem com 50 anos que tenha 34 de contribuição precisaria contribuir por mais um ano pela regra antiga. Aplicando-se 50% a mais, ele teria direito a aposentadoria após um ano e seis meses a mais de contribuição.

Valor dos benefícios
A fórmula de cálculo dos benefícios tanto no regime geral quanto no próprio (servidores públicos) continua tomando como base a média dos salários de contribuição, mas deixa de seguir a fórmula 85/95. Com a aprovação da PEC, será aplicada uma taxa de 51% sobre a média histórica das contribuições, acrescentando-se um ponto percentual para cada ano de contribuição por ano contribuído.

Assim, um contribuinte com 65 anos que tenha 28 anos de contribuição receberá 79% do total da média de contribuições (51+28=79). Para receber integralmente o benefício, esse segurado precisará somar 49 anos de contribuição.

Pensão por morte
O texto da PEC prevê, no entanto, que não haverá aposentadorias inferiores ao salário mínimo. As pensões por morte, por outro lado, poderão, pelas novas regras, ter valores inferiores ao mínimo.

Conforme a PEC, no caso da pensão por morte, o valor será equivalente a 50% do benefício, a título de cota familiar, e mais 10% por dependente (até somar 100%). Quando o dependente atingir a maioridade, a cota de 10% não será revertida para o cônjuge.

O texto também proíbe acumular a pensão com outra aposentadoria, devendo o beneficiário optar por uma delas.

Benefício de Prestação Continuada
A PEC também traz regras novas para a concessão do Benefício de Prestação Continuada, cuja idade para adquirir o direito passará de 65 anos para 70 anos ao longo de um período de dez anos após a promulgação — ou seja, a cada dois anos, a idade mínima para requerer o BPC aumentará em um ano.

O valor do benefício passará a ser definido em lei. Atualmente, o BPC equivale a um salário mínimo.

Aposentadoria rural
A alíquota do contribuinte rural, segurado especial, segundo Marcelo Caetano, será diferenciada. De acordo com o secretário, a ideia é que a contribuição do trabalhador rural seja baixa.

“A alíquota de contribuição do [trabalhador] rural será diferenciada. As condições de pagamento serão diferenciadas também”, disse. “Haverá uma lei regulamentando isso.”

Sem consenso
Não há consenso sobre a reforma da Previdência entre os deputados federais. Enquanto integrantes da base de apoio ao governo acreditam que a reforma é necessária devido ao déficit previdenciário, parlamentares contrários ao texto afirmam que ela retira direitos dos trabalhadores.

Para o líder do DEM, deputado Pauderney Avelino (AM), a população deve ser conscientizada da necessidade da reforma, para garantir o recebimento de aposentadoria no futuro.

“Uma coisa que dá mais legitimidade à reforma é que todos estão incluídos na proposta, com exceção dos militares, que serão tratados em outra matéria em razão de a Constituição dar um tratamento diferenciado a eles”, ressaltou. “Mas políticos, servidores públicos, todos deverão estar no Regime Geral da Previdência: isso faz com que esta proposta de reforma da Previdência seja mais equânime”, completou.

O deputado Alfredo Kaefer (PSL-PR) acredita que o governo acertou em mandar a reforma neste momento para o Congresso, mas ressaltou que os parlamentares vão analisar que partes da proposta irão aprovar. Ele apoia a proposta de aumento da idade mínima de aposentadoria para 65 anos para homens e mulheres e disse que a reforma exigirá sacrifício de todos.

“Eventualmente aqueles que não estão aposentados vão ter que contribuir um pouco mais; aqueles que estão na iminência de se aposentar vão ter que postergar um pouco a aposentadoria; todos nós vamos perder, mas o ganho disso é que no futuro as pessoas vão ter o direito à aposentadoria”, disse.

Direitos retirados
Na avaliação do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), o governo terá dificuldade em aprovar a reforma da Previdência na Câmara, já que a proposta será, na sua visão, fortemente rejeitada pela população brasileira. “Está proposta é um desastre. Exigir que homens e mulheres se aposentem com a mesma idade é rejeitar, negar, a dupla jornada que as mulheres vivem no nosso país”, opinou.

Para ele, é um absurdo exigir aposentadoria com 65 anos em um país em que muitas pessoas começam a trabalhar com baixa idade. “A partir de 15 anos tem muita gente trabalhando no nosso país, e com trabalho insalubre, difícil, duro muitas vezes. Outro absurdo é exigir pelo menos 49 anos de contribuição para garantir a aposentadoria integral”, acrescentou.

Dívida da Previdência
O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), por sua vez, acredita que os argumentos que embasam a reforma são falsos: “É mentira essa história do governo de que a seguridade social é deficitária. O ano passado, com toda a crise, com toda a dificuldade, a seguridade social teve um superávit de R$ 22 bilhões, e isto porque foi um ano difícil, de crise, de muito desemprego, mas historicamente a média é de R$ 55 bilhões a 60 bilhões de saldo da seguridade social.”

O deputado Julio Lopes (PP-RJ) apoia a proposta de reforma, mas acredita que ela não será suficiente para resolver o problema da Previdência. “Acho que o problema da Previdência transcende e muito um debate só na Câmara federal, porque os estados e municípios estão com as suas previdências quebradas”, salientou.

A reforma da Previdência será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara. Se for aprovada a admissibilidade, será criada comissão especial para analisar a matéria.

Com informações da Agência Câmara. Matéria publicada pelo site Consultor Jurídico.

Clique aqui para ler a íntegra da PEC 287/2016.
Clique aqui para ler perguntas e respostas sobre a proposta.

Os diferenciais na hora de contratar advogados

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Como o conhecimento técnico, um bom currículo, a organização e condução de processos são requisitos ao advogado que procura crescer. O texto de Pedro Borges no site GEJUR – Gestão Jurídica Empresarial destaca aspectos que podem fazer toda a diferença na hora de conseguir a melhor colocação. Clique aqui para ler o conteúdo completo.
Uma carreira começa antes da busca por trabalho
As chances de conseguir um trabalho como advogado são determinadas antes mesmo de iniciar a procura. A escolha por uma especialização, por exemplo, terá um impacto significativo sobre as chances. Quem opta por se concentrar em litígios terá muito mais dificuldade para encontrar uma posição num departamento jurídico. É necessário definir e manter o foco.
Há um tempo certo para tudo
Geralmente, espera-se ganhar experiência num escritório de advocacia menor – por um período que pode variar entre cinco e oito anos – antes de iniciar a busca por uma oportunidade em uma grande empresa. Estar qualificado na sua área de atuação, apto a lidar com toda a documentação e os processos que vêm com ele, ser capaz de fornecer orientações estratégicas e acompanhar o trabalho legal de advogados externos mais experientes é o que torna possível o salto na carreira.
Conforme o autor do texto, enquanto o fascínio de ir para o departamento jurídico de uma grande empresa é forte para muitos advogados, a realidade é que alguns deles nunca vão fazer essa transição. Os jurídicos que contratam estão à procura de advogados autossuficientes, que possam trabalhar de forma independente, com pouco apoio e quase nenhuma supervisão. Isso muitas vezes significa que os departamentos jurídicos podem não ser bons campos de treinamento.
Cartas de recomendação
Quaisquer que sejam as circunstâncias em que estiver deixando um empregador atual, sair de cabeça erguida e com uma boa impressão do antigo chefe pode fazer muita diferença. Uma carta formal de recomendação de um parceiro, direta ou indiretamente ligado à sua antiga hierarquia conta muito. As recomendações não necessariamente eliminam a necessidade de verificar cada referência, mas ajudam a reforçar seus pontos fortes.
História consistente e coerente
Quanto maior a vivência profissional, maiores os diferenciais que um profissional pode obter. Cada passagem, mesmo as menos ilustres, podem deixar lições que serão aproveitadas em atividades que a princípio não teriam ligação alguma. Aprofundar naquilo que se é mais forte e se esforçar para ser essencial sempre vai ajudar a garantir a estabilidade no emprego. Quem foi demitido deve dizer a verdade, pois se houver a menor suspeita por parte do examinador, as chances de contratação serão nulas.
Flexibilidade
Os departamentos jurídicos corporativos procuram generalistas ou advogados que são capazes de detectar problemas e lidar com questões em uma ampla variedade de áreas. Além disso, há uma série de outras habilidades em que é preciso ser competitivo e bem-sucedido para obter uma posição num departamento jurídico. Primeiro, como advogado in-house, é preciso ter boa percepção para os negócios. A capacidade de compreender os objetivos de negócios e prestar consultoria jurídica aos não-advogados é crucial para o sucesso. É preciso trabalhar e dialogar com uma grande variedade de pessoas e ser capaz de fornecer conselhos práticos. Para ser um solucionador de problemas eficaz, o advogado não só deve estar familiarizado com o negócio, com a estrutura ou a indústria de sua empresa, mas também com sua cultura e suas normas de gestão de risco.

Exotics oferece treinamento presencial e online para uso dos sistemas

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Com o intuito de capacitar o usuário e sua equipe na utilização de seus sistemas e facilitar o acesso às aulas, a Exotics Informática oferece treinamentos presenciais e online.

O curso presencial é realizado na sede da empresa, em Porto Alegre, para até quatro pessoas. Já o treinamento online é feito via Skype.

Também são disponibilizadas as modalidades primeiros passos e completa, que o cliente escolhe conforme sua necessidade de dominar os recursos ou de aperfeiçoar o uso dos programas Memorial 8Memorial Previdenciário WebAdvoc 6 e Advoc 6 Financeiro.

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Por que é tão difícil empreender no Brasil, segundo Banco Mundial

Crédito da imagem: Internet

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Não é novidade que ter um negócio no Brasil é tarefa para os fortes. Um relatório do Banco Mundial mostra em números alguns dos pontos que mais atrapalham o brasileiro na hora de empreender.

Entre os pontos mais críticos estão o pagamento de impostos e a burocracia para a abertura de empresas, aponta o estudo Doing Business 2017, divulgado em outubro.

O relatório mede a facilidade em fazer negócios em 190 países. No ranking geral, o Brasil ficou na 123ª posição, duas abaixo da classificação no relatório de 2016, quando foi o 121º.

A classificação fica ainda pior se considerados alguns indicadores específicos: na medida sobre pagamento de impostos, o país ocupa a 181º posição.

Veja abaixo três indicadores levantados pelo Banco Mundial e que ajudam a explicar por que é tão difícil empreender no Brasil (foram considerados os dados de São Paulo e Rio de Janeiro):

Abertura de empresas

175º lugar – em relação a 2016, o Brasil caiu uma posição.

O que mais chama a atenção neste indicador é o número de dias necessários para abrir uma empresa, em especial em São Paulo. Enquanto nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) esse número não chega a 10 dias, para os negócios paulistanos ele ultrapassa os 100 dias.

Obtenção de crédito

101º lugar – essa é a posição do Brasil no ranking de obtenção de crédito. Em relação a 2016, caiu quatro posições.

Neste indicador, o dado mais revelador é o índice de eficiência dos direitos legais. No Brasil, temos uma marca de apenas 2 (de uma escala que vai de 0 a 12), o que mostra a fragilidade da proteção nas relações de crédito.
Pagamento de impostos
181º lugar – mesma posição posição anterior, é a pior classificação do país entre todos os indicadores considerados.

Aqui, o que chama a atenção é o absurdo número de horas que gastamos no Brasil com pagamento de impostos – são 2.038 horas no Rio de Janeiro e em São Paulo. A alíquota total de imposto também é mais alta que a média na América Latina e na OCDE.

Clique aqui para ler o conteúdo original, em Exame.com.

Dúvidas sobre a atualização de índices? Conheça 8 vantagens do Memorial Índices

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Os 7 pecados capitais do e-mail de trabalho

Você respeita a etiqueta corporativa quando o assunto é e-mail de trabalho?

O site Business Insider compilou os erros mais graves que um profissional pode cometer com a ferramenta. Confira os 7 piores a seguir, na lista publicada pelo Portal Exame.com.

1. Escrever a palavra “urgente” no assunto quando a questão não é urgente
Na tentativa de forçar a abertura da sua mensagem pelo destinatário, muita gente escreve palavras alarmantes no assunto do e-mail. A tática pode funcionar da primeira ou da segunda vez, mas perde efetividade com a repetição. Não vai demorar muito para que ninguém mais preste atenção em você — inclusive quando houver uma emergência real.

2. Não colocar nada (ou escrever algo muito vago) no assunto
Outra gafe imperdoável é mandar um e-mail sem nada no campo “assunto”. A situação pode ser muito irritante, porque obriga a outra pessoa a abrir o seu recado para descobrir do que se trata.

Escrever algo muito genérico ou indefinido, como “Olá” ou “Para seu conhecimento”, também pode gerar aborrecimento e até desestimular a abertura da sua mensagem. Um e-mail de trabalho com boas chances de ser lido e respondido normalmente tem uma frase de assunto clara, objetiva e concisa.

3. Deixar passar muitos erros de digitação
Quando o assunto é a escrita no trabalho, não é só com equívocos gramaticais que você deve se preocupar. Por mais inofensivos que pareçam, os erros de grafia provocados pela pressa na hora de digitar também podem prejudicar a sua imagem.

4. Incluir múltiplos destinatários quando a conversa é particular
Enviar e-mails direcionados a um único indivíduo para o grupo todo pode ser extremamente irritante. Da mesma forma, o recurso ‘responder para todos’ também só pode ser usado quando a sua resposta for realmente necessária para todos.

O mesmo vale para a opção “Mandar com cópia”: só vale copiar colegas, chefes ou clientes se a conversa for de fato relevante para eles.

5. Abusar da opção “Mandar com cópia oculta”
Pessoas que usam demais o famigerado botão “Cco” em e-mails de trabalho podem ser vistas com desconfiança pelos demais. É melhor deixar a lista de destinatários aberta ou, em último caso, mandar um e-mail específico para informar aquela pessoa sobre detalhes de uma conversa à qual tecnicamente não pertence.

6. Escrever mensagens longas demais
Pesquisas já mostraram que as pessoas levam, em média, de 15 a 20 segundos para ler um e-mail. Além disso, o olhar se concentra nas primeiras palavras e frases do topo do e-mail e o interesse diminui conforme o texto avança para baixo.

Portanto, se você deseja que a sua mensagem seja lida, é melhor que ela seja objetiva e sucinta. Outra dica é quebrar grandes blocos de texto em parágrafos menores ou organizar suas ideias em tópicos enumerados. Recursos como o negrito e o itálico, se usados com moderação, também podem ajudar a compor uma mensagem mais palatável e convidativa.

7. Ter uma linguagem formal ou informal demais
O tom de qualquer e-mail profissional deve refletir fielmente o grau de intimidade que você tem com o seu destinatário. Mas, por mais que você não o conheça tão bem, é preciso tomar cuidado para não parecer um robô.

Ao mesmo tempo, tudo tem limite: usar muitos pontos de exclamação, emoticons, cores ou fontes extravagantes pode ser visto como pouco profissional. A informalidade em excesso pode ser problemática especialmente se você está falando com uma pessoa de outra geração, que talvez esteja acostumada a um tom mais tradicional em diálogos por escrito.

Ex-presidente da OAB lança livro sobre Novo Código de Ética dos Advogados

capa

O ex-presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, acaba de lançar o livro Comentários ao Novo Código de Ética dos Advogados. A publicação é atualizada de acordo com o Novo Código de Ética e Disciplina da OAB (resolução 2 de 19/10/2015), com as resoluções 1 de 24/02/2014 e 3 de 12/04/2016 do Conselho Federal e Leis 13.245 e 13.247 de 12/01/2016, que alteram o Estatuto da OAB. Coêlho destacou que o livro pretende contribuir para o respeito aos profissionais do Direito.

“O novo código de ética entrou em vigor no dia 1º de setembro e passa a ser uma obrigação de todos os advogados, como também dos estudantes de Direito, membros da comunidade jurídica e a própria sociedade conhecer os novos balizamentos desta importante matéria porque o advogado deve ser um profissional respeitado para exigir respeito da sociedade. O livro vem para apresentar essa conduta necessária do advogado. Ética e prerrogativas são duas faces da mesma moeda, que significam a valorização do advogado. É importante que o advogado se comporte dentro dos parâmetros éticos e por isso a importância dessa obra”, disse Coêlho.

12 filmes altamente recomendados para estagiários

Cena do filme Menina de Ouro

Cena do filme Menina de Ouro

Estagiários precisam lidar com desafios de considerável complexidade no seu dia a dia. Não é nenhuma surpresa: os programas de estágio se tornaram estratégicos para grande parte das empresas, porque servem para formar os seus futuros líderes sob o ponto de vista técnico e comportamental.

Ao longo desse processo de desenvolvimento, filmes podem funcionar como um excelente estímulo. Com a ajuda de Anamaíra Spaggiari, coordenadora da área de carreiras da Fundação Estudar, e Rafael Pinheiro, gerente da Companhia de Estágios, o portal Exame.com reuniu 12 títulos que trazem reflexões fundamentais para a formação de qualquer estagiário.

De clássicos como “Sociedade dos poetas mortos” a lançamentos recentes como “A grande aposta”, os filmes abordam temas como liderança, inovação, resiliência, inteligência emocional e trabalho em equipe. Veja a lista:

1. A grande aposta

Em meados dos anos 2000, um grupo de investidores de Wall Street percebe os primeiros sinais de que o setor de crédito imobiliário dos Estados Unidos corre risco de desabar devido à concessão excessiva de financiamento e à crescente inadimplência. De olho no futuro, eles apostam na quebra do mercado de crédito e lucram muito quando sua previsão se materializa.

O que ensina ao estagiário? Jovens visionários têm muito mais chance de crescer nas empresas. “Além de demonstrar muita autoconfiança, o que é essencial para se apostar numa estratégia de risco, os personagens do filme tiveram a capacidade de analisar o cenário e antever uma grande oportunidade”, afirma Anamaíra Spaggiari, coordenadora da área de carreiras da Fundação Estudar. “A dica para o estagiário é tentar enxergar o que ainda não passou pela mente de ninguém e, assim, colher excelentes resultados”.

2. Incontrolável

Carregado de produtos químicos tóxicos, um trem desgovernado está prestes a causar uma grande tragédia por causa da falta de atenção de um funcionário. Um maquinista experiente (Denzel Washington) e um jovem condutor (Chris Pine) precisam elaborar um plano rapidamente para evitar o desastre.

O que ensina? Segundo Rafael Pinheiro, gerente da Companhia de Estágios, o filme mostra que, por mais que tenha uma posição júnior, o estagiário precisa fazer o seu trabalho seriamente. “Independentemente da função que um profissional ocupa na empresa, qualquer descuido ou falta de atenção poderá causar resultados muito negativos para a empresa”, explica.

3. Mudança de hábito

Deloris (Whoopi Goldberg) canta em boates e leva uma vida descontraída. Quando ela testemunha um crime e se torna um alvo da máfia, a polícia decide escondê-la num convento, disfarçada como freira. Porém, a sua adaptação a esse mundo rígido e tradicional não será nada fácil.

O que ensina? A história contém lições importantes sobre a adaptação a ambientes, culturas e comunidades diferentes — um desafio que sempre permeia a experiência do estágio. Além disso, diz Pinheiro, o filme também mostra que é preciso cuidar das relações interpessoais para influenciar colegas e chefes e, assim, atingir bons resultados em equipe.

4. Menina de ouro

Acostumado a agenciar grandes lutadores de boxe, Frankie Dunn (Clint Eastwood) se surpreende com o pedido de uma garçonete com 30 anos de idade e pouco dinheiro: ela quer a ajuda dele para se tornar uma grande lutadora. Apesar de estranhar a situação, o empresário acaba sendo convencido pela comovente perseverança da moça.

O que ensina? Determinação é o grande recurso da personagem principal. “O jovem vai encontrar diversas pessoas que não acreditarão na sua capacidade”, diz Spaggiari. “Porém, se ele demonstrar garra e potencial, pode superar qualquer obstáculo e até mudar a opinião que os demais têm sobre ele”. Outro tema retratado pelo filme é a importância da superação dos preconceitos, como de idade ou gênero, que podem aparecer desde muito cedo na carreira.

5. O jogo da imitação

Em meio à 2ª Guerra Mundial, o governo britânico convoca uma equipe especial para quebrar o código usado na comunicação dos nazistas. O líder do grupo, o matemático Alan Turing (Benedict Cumberbatch), estabelece como meta criar uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação desse enigma. Se a equipe conseguir, evitará a morte de milhões de pessoas.

O que ensina? O protagonista do filme assume um desafio inusitado, que exige altas doses de curiosidade intelectual. O seu trabalho também precisa ser feito com um forte senso de urgência, já que dele dependem vidas humanas. “É uma lição sobre foco e resiliência”, diz Spaggiari. “Além disso, mostra que atingimos nossos objetivos mais facilmente quando temos paixão e enxergamos relevância no que fazemos”.

6. Ritmo total

O adolescente Devon Miles (Nick Cannon) se forma no ensino médio e parte para Atlanta para estudar numa universidade famosa pela qualidade de suas bandas. Ele acredita que seu talento individual poderá levar seu grupo de músicos à vitória numa competição entre escolas, mas logo percebe que isso não é suficiente.

O que ensina? Segundo Pinheiro, o longa mostra que o individualismo e o “estrelismo” podem ser extremamente nocivos para a carreira do jovem. Além de mais produtivo, o trabalho em equipe costuma gerar resultados melhores e mais sustentáveis a longo prazo.

7. Sociedade dos poetas mortos

Apesar das resistências da diretoria do conservador colégio onde trabalha, o professor John (Robin Williams) ensina a seus alunos uma lição sobre liberdade: é preciso perseguir os seus ideais e, se necessário, lutar contra o que lhes é imposto. Sua mensagem principal é “Carpe diem”, isto é, que a vida é curta demais para não ser aproveitada.

O que ensina? O principal recado ao jovem é a necessidade de ser questionador e sempre desafiar o status quo. É comum que, ao ingressar no mercado de trabalho, o estagiário se depare com ambientes tradicionais. “O estagiário precisa aprender a lidar com esse cenário, imaginando novas formas de pensar e agir, além de contestar o que é dado como certo”, diz Spaggiari. “Só vale lembrar que tudo isso deve ser feito com bom senso e respeito”.

8. A grande virada

Bobby (Ben Affleck) tem um ótimo emprego, uma família feliz e o carro do ano na garagem. Sua vida “perfeita” é ameaçada subitamente quando ele é demitido numa reestruturação da empresa onde trabalhava. Essa mudança faz com que ele precise redefinir sua vida para manter a autoestima e encontrar um novo rumo profissional.

O que ensina? “Quando está tudo bem, geralmente ficamos numa zona de conforto, não nos atualizamos e prestamos pouca atenção aos sinais negativos do mercado”, diz Pinheiro. “O problema é que o desemprego pode acontecer a qualquer momento, não importa o seu cargo”. Segundo ele, o filme também estimula a reflexão sobre a importância de conhecer os seus pontos fortes e fracos e planejar a carreira desde cedo.

9. O sorriso de Monalisa

A professora Katherine (Julia Roberts) tem a chance de dar aulas de história da arte para estudantes de um colégio tradicional dos anos 1950. Quando ela percebe que suas alunas já dominavam todo o conteúdo teórico, seu desafio é pensar numa nova abordagem para as aulas: deixar de lado os livros e visitar as obras de arte ao vivo.

O que ensina? A lição que fica é ir além do óbvio e ser inovador. “Algumas tarefas parecem evidentes e muito simples de se resolver, mas é essencial fazer diferente e ir além do que é usual, inovando na maneira de pensar e executar”, afirma a coordenadora da Fundação Estudar. Quando aborda a transposição da teoria à prática, diz a especialista, o filme também mostra que o estagiário deve aplicar tudo aquilo que aprendeu na sala de aula em seu dia a dia de trabalho. Não basta ficar preso à teoria: é preciso colocar a mão na massa.

10. Joy: O nome do sucesso

Joy Mangano (Jennifer Lawrence) é uma mãe divorciada com dificuldades para cuidar da família e pagar as contas. Tudo muda quando ela inventa um esfregão de limpeza que se tornou um fenômeno de vendas nos anos 1990.

O que ensina? Segundo a coordenadora da Fundação Estudar, o filme mostra que o jovem precisa ser protagonista da sua própria vida. “Muitas vezes a nossa vida parece não estar de acordo com o que desejamos e é preciso tomar uma atitude, dando o primeiro passo para mudar o rumo das coisas”, explica ela. “Essa iniciativa depende exclusivamente de você, e não dos outros”.

11. Forrest Gump: O contador de histórias

Forrest Gump (Tom Hanks) tem um coração puro e um QI muito abaixo da média. Sonhando com seu amor de infância, ele acaba se envolvendo por acaso em momentos essenciais da história dos Estados Unidos, como a Guerra do Vietnã.

O que ensina? “O filme mostra que nenhuma limitação é suficiente para impedir um sonho”, diz Pinheiro. Além disso, a atitude do personagem diante das adversidades pode ser vista como um exemplo de resiliência e automotivação.

12. Whiplash: Em busca da perfeição

O jovem Andrew (Miles Teller) quer ser o baterista mais brilhante de sua geração. Quando ele é descoberto por um famoso professor de música, começa a ser treinado de forma exaustiva e pouco saudável. Não demora muito para que seu sonho se transforme numa obsessão sem limites.

O que ensina? A lição mais positiva do filme é que ninguém realiza grandes façanhas sem doses imensas de disciplina e resiliência. Segundo a coordenadora da Fundação Estudar, a história revela que o caminho para atingir a maestria e dominar uma determinada habilidade é árduo e nem sempre prazeroso.

10 mitos sobre marketing jurídico

O Marketing Jurídico já não é uma matéria tão nova para os escritórios de advocacia, afinal já se discute este tema há mais de dez anos. Mesmo assim ainda é notória a existência de paradigmas equivocados, preconceitos e incertezas acerca do Marketing Jurídico. Este artigo carrega a missão de lançar alguma luz sobre as principais dúvidas ainda persistentes entre alguns advogados. Vamos então esclarecer estes mitos.

1. Marketing Jurídico é muito caro

O marketing é uma atividade como administração ou finanças e, dessa forma, nunca pode ser considerado um custo. Além disso, as empresas que investem em marketing costumam definir uma verba específica baseada numa porcentagem do faturamento, sendo assim, o investimento em marketing sempre estará dentro do orçamento do escritório. A principal função do marketing é desenvolver um planejamento estratégico para a banca, portanto trata-se de um investimento que sempre trará resultados positivos.

2. Não fazemos advocacia empresarial

O Marketing Jurídico não se aplica apenas aos escritórios que tem empresas como clientes, mas a todos os tipos e portes de bancas, ou mesmo a advogados que atuam individualmente fazendo advocacia de varejo. Uma das principais estratégias que o marketing indica para o meio jurídico é o relacionamento, e isso pode (e deve) ser feito por todos os advogados em todas as esferas de relações sociais.

3. Sou recém-formado, não tenho como fazer Marketing Jurídico

O jovem advogado, ao entrar no mercado, se vê diante de inúmeros desafios, como: obter conhecimentos e experiências diversificados, compreender a prática jurídica e seus procedimentos, decidir sua área de especialização, construir sua reputação, etc. Por outro lado, dispõe de pouco tempo e poucos recursos financeiros para investir em tudo isso. Mesmo assim o Marketing Jurídico pode ser um excelente aliado do advogado recém formado, pois uma das suas principais ferramentas estratégicas é a gestão de capital intelectual. Por capital intelectual entenda-se todo o conteúdo produzido e compartilhado em forma de artigos, posts, debates, vídeos e até livros. O fácil acesso às mídias digitais permite ao jovem advogado produzir e publicar seus próprios conteúdos para compartilhar na internet e dessa forma iniciar a construção de sua carreira.

4. Marketing e vendas violam as tradições e a ética profissional

O Código de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB possui um capítulo específico para tratar das questões de publicidade, comunicação e marketing na advocacia.  Além disso existe o Provimento 94/2000 redigido exclusivamente para organizar e atualizar estas regras. Em ambos os textos estão bem definidas as restrições, assim como descritas claramente as permissões. Enfim, é permitido sim implantar o marketing e praticar suas ações de comunicação e prospecção de acordo com a ética profissional. Por isso foi criada a matéria do Marketing Jurídico, que mescla profissionais experientes em marketing e conscientes das restrições e permissões da OAB.

5. Clientes não gostam de advogados que ficam importunando

Em ambientes profissionais, pessoas e empresas precisam de outras pessoas e empresas que resolvam seus problemas com soluções eficazes. Se um advogado operando individualmente ou um escritório de advocacia possui a capacidade e experiência necessárias para absorver as demandas de um cliente com soluções criativas e honorários coerentes, jamais estará importunando. È natural e necessário que exista uma fase de conhecimento mútuo para que o advogado entenda as demandas do cliente e este adquira confiança no escritório. Se o advogado desenvolve esta fase utilizando estratégias de marketing jurídico para demonstrar suas expertises reais, não estará importunando o cliente, mas sim construindo uma relação profissional lucrativa para ambas as partes.

6. Eu fiz faculdade de Direito para advogar, não administrar uma empresa

A discussão sobre ser especialista ou generalista vem se propagando há muitos anos no mercado. Atualmente os principais especialistas em gestão e liderança concordam que é preciso ser especialista num determinado assunto, porém é muito importante ter conhecimento médio sobre diversas atividades correlatas à sua especialidade. Com o aumento constante da quantidade de advogados, e consequentemente da concorrência, é imprescindível que o advogado conheça os principais conceitos de administração, finanças, gestão de pessoas e marketing. No cenário mercadológico atual as bancas tem que adotar um perfil empresarial, escritórios administrados de forma amadora não irão sobreviver.

7. Advogados não vendem produtos, portanto não precisam de marketing

Primeiramente o marketing e a publicidade não são exclusivos para produtos de consumo. Prestadores de serviços profissionais também necessitam da atividade de marketing para estruturar seu negócio, encontrar seus clientes e se posicionar no mercado. Em segundo lugar, antes de qualquer coisa, o marketing é planejamento.  Seja qual for o profissional, empresa ou escritório jurídico, nenhum deles vai prosperar sem ter um planejamento.

8. A OAB não permite fazer comerciais em TV

Já comentei que a OAB tem em seu Código de Ética e Disciplina um capítulo bem claro sobre as permissões e restrições da publicidade na advocacia. Porém a questão não é sobre poder ou não poder fazer, mas sim sobre PARA QUE fazer comercial em TV.

É natural que exista essa discussão em torno da publicidade na TV, afinal é a forma de comunicação que mais impacta as pessoas no cotidiano. As pessoas leigas em marketing não entendem de estratégias de publicidade e muito menos são familiarizadas com a comunicação corporativa, por isso desenvolvem a percepção de que a publicidade na TV é a único meio de divulgar um produto ou serviço. Entretanto isso não é uma verdade.

Cada tipo de produto ou serviço necessita de uma comunicação específica, para divulgar seus atributos a um público específico utilizando canais de comunicação específicos. A TV é uma mídia de comunicação de massa, ótima para operadoras de telefonia e cartões de crédito e empresas que precisam atingir todo o público em geral para marcar seu nome. Mas nunca seria eficiente para serviços específicos como o de um advogado.

9. Site não traz novos clientes

Em primeiro lugar, Marketing Jurídico não se resume simplesmente a fazer um site ou um logotipo para o escritório. Antes disso o marketing é uma atividade que visa estudar e compreender o mercado para identificar e conquistar os clientes através de ações de comunicação e relacionamento. Entre tantos outros, o website pode ser UM destes canais.

Mas realmente o website não traz clientes diretamente para o escritório. E não faz isso porque não é sua função trazer clientes diretamente. O Planejamento Estratégico de Marketing é elaborado para definir as estratégias de abordagem ao mercado, e um website representa apenas uma das ferramentas utilizadas na estratégia.

A sociedade atual utiliza intensamente os canais digitais proporcionados pela internet para obter informação, comunicação, entretenimento e compras. Não estar presente neste ambiente tornou-se sinônimo de não existir. Apesar de não trazer clientes diretamente para o escritório, o website é imprescindível para suprir as informações que o cliente busca e, dessa forma, conquistá-lo.

10. Nossos clientes vêm por indicação

A indicação de empresas, produtos, serviços e profissionais através da comunicação boca-a-boca sempre foi e continua sendo a melhor forma de divulgação que existe, afinal, ela vem com um “atestado” de credibilidade por parte de quem indica. Por isso o Marketing Jurídico utiliza estratégias de relacionamento para fomentar este tipo de indicação, sobretudo utilizando o enorme potencial das mídias digitais e sociais.

Autor: Tércio Strutzel

Texto publicado no portal da OAB-GO.

8 cuidados importantes para profissionais no WhatsApp

Imagem: Brent Lewin/Bloomberg

Imagem: Brent Lewin/Bloomberg

Com cerca de 100 milhões de usuários no Brasil, o WhatsApp é tão onipresente quanto multifuncional: serve não apenas para manter o contato com familiares e amigos, mas também para conversar com colegas de trabalho, chefes, subordinados e clientes.

Usar o aplicativo para fins profissionais torna a comunicação muito mais fácil e rápida, mas é preciso ter cuidado para não exceder certos limites que podem colocar em cheque sua reputação profissional.
Pensando nisso, o Portal Exame.com elencou oito tópicos que merecem atenção:
1. Mandar mensagens fora do horário do expediente
Nenhum empregador gosta que seu funcionário atrase suas tarefas por passar muito tempo conversando no WhatsApp sobre assuntos pessoais. O contrário também deve valer: não é permitido importunar a equipe com cobranças via app no seu período de descanso. É claro que há exceções, mas a facilidade para enviar mensagens não autoriza invasões.
2. Trocar o “olho no olho” por balões de texto
Esta mesma orientação vale para WhatsApp, e-mail ou qualquer outra ferramenta online: não abandone as interações presenciais em nome da (inegável) praticidade de se enviar mensagens por escrito.

Isso se aplica especialmente a conversas importantes, como feedbacks para a equipe ou negociações delicadas com clientes e fornecedores. Utilize o aplicativo para recados rápidos e simples.

3. Mandar piadas, frases de autoajuda ou “desabafos” sobre política

Antes de enviar um conteúdo engraçado para colegas, chefes e subordinados pergunte a si mesmo se você compartilharia aquilo com eles presencialmente. Mensagens descontraídas ou alheias ao trabalho não são proibidas — mas é preciso avaliar se você realmente tem intimidade com o destinatário.

4. Visualizar e não responder
O WhatsApp notifica a leitura de todas as mensagens, e a “delação” pode causar muitos conflitos, inclusive no contexto profissional. Desabilite a função ou responda rapidamente, mesmo que seja para avisar que em breve dará o retorno solicitado.

5. Confundir destinatários
Com a pressa e a distração do dia a dia, não é difícil mandar mensagens para as pessoas erradas. Preste atenção antes de clicar em enviar.

6. Usar uma foto de perfil inadequada
Se você se comunica por WhatsApp com outros profissionais ou clientes, opte por algo que preserve sua privacidade e evite constrangimentos. Não precisa ser uma imagem séria, mas trajes sensuais devem ser evitados.

7. Errar a mão nos emojis
Um dos recursos mais populares do WhatsApp é o imenso acervo de carinhas e ícones divertidos que você pode adicionar às suas mensagens. Os “emoticons” são aceitáveis numa interação profissional, mas é melhor usá-los com parcimônia. Opte pelos mais básicos e universais.

8. Tropeçar no português
A redação de um e-mail costuma exigir mais tempo e concentração do que a produção de uma mensagem de WhatsApp. Essa rapidez pode levar a erros de gramática e ortografia. Além disso, a ferramenta de autocorreção pode substituir a palavra digitada por outra e causar constrangimento. A única alternativa é revisar antes de enviar.